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Mostrando postagens de Julho, 2017

A carta da avó Josepha

18 de julho é especial pra mim. É quando comecei a compor (1997), o marco de quanto tempo de música tenho. É também a estreia de um evento produzido por mim (2004), o dia da gravação da poderosa voz de floresta do precioso Mateus Aleluia no blues Cuts (2014) e o aniversário de Madiba, o mestre Mandela (1918).

Como se não bastasse, nessa semana em que o 18 de julho lançou a Flica 2017, a minha mãe me aparece com essa surpresa: a cópia de uma carta da minha avó Josepha, mãe do meu pai Ildegardo (ambos falecidos), escrita no dia 18 de julho de 1972, 45 anos atrás, em que ela celebra a dádiva de ser mãe - teve o seu primeiro filho, o meu fabuloso tio Zé Rosa (caso estivesse vivo, faria 90 anos), neste décimo-oitavo dia de julho, em 1927.

Fiquei muito emocionado. E ainda descobri o motivo do meu pai assinar I.R.S. às vezes.

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Salv. 18 de Julho de 1972!

Graças a vós meu Deus e criador! Agradeço porque foi neste dia do ano de 1927 que recebi a dádiva divina, sublime e difícil de ser cum…

Emmanuel Mirdad concluiu Miwa, o seu primeiro romance

Hoje, 13 de julho de 2017, após 1.209 horas e 10 minutos, transcorridos em 315 dias, espaçados em cinco anos (2012-2017), concluí o meu primeiro romance, Miwa, a finalizar a escrita e a revisão, no total de 55.391 palavras e 169 páginas de Word.

Fiz esse mesmo anúncio em 2015 (aqui) e 2016 (aqui), quando o romance se chamava Muralha e Miwa – A nascente e a foz, só que o processo de lapidação continuou, e só chegou ao fim hoje. Pode ser que até o momento da publicação eu ainda faça alguma pequena modificação, mas o enredo finalmente foi concluído (não há mais o que ser feito ou cortado). Sobre o processo, falarei em um post mais à frente.

Fiz o livro ao som da banda islandesa Sigur Rós, quase completamente, mas também há participação da jamaicana Culture, da inglesa Radiohead, e do duo norte-americano Hammock.

A produção da ficção começou numa terça-feira, 17 de julho de 2012, a partir do esboço de duas páginas sobre o goleiro que nunca toma gol. Dos cinco anos de trabalho, 2015, 2016…

Contos dos Orixás, de Hugo Canuto

O quadrinista baiano Hugo Canuto está desenvolvendo um projeto excelente de HQ, chamado Contos dos Orixás, definido por ele como "As grandes histórias da mitologia Yorubá levadas para o universo dos Quadrinhos". A primeira revista foi contemplada por um financiamento coletivo via Catarse (dei uma pequena contribuição também - queria ter disponibilizado mais, porém a situação tá exigindo economia) e está em processo de produção. Saiba um pouco mais no vídeo abaixo:



Não consegue visualizar o player? Veja aqui

Para promover o projeto, ele criou 15 artes no formato de capas de HQ. Vejam abaixo, que maravilha:
















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