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Emmanuel Mirdad concluiu Miwa, o seu primeiro romance


Hoje, 13 de julho de 2017, após 1.209 horas e 10 minutos, transcorridos em 315 dias, espaçados em cinco anos (2012-2017), concluí o meu primeiro romance, Miwa, a finalizar a escrita e a revisão, no total de 55.391 palavras e 169 páginas de Word.

Fiz esse mesmo anúncio em 2015 (aqui) e 2016 (aqui), quando o romance se chamava Muralha e Miwa – A nascente e a foz, só que o processo de lapidação continuou, e só chegou ao fim hoje. Pode ser que até o momento da publicação eu ainda faça alguma pequena modificação, mas o enredo finalmente foi concluído (não há mais o que ser feito ou cortado). Sobre o processo, falarei em um post mais à frente.

Fiz o livro ao som da banda islandesa Sigur Rós, quase completamente, mas também há participação da jamaicana Culture, da inglesa Radiohead, e do duo norte-americano Hammock.

A produção da ficção começou numa terça-feira, 17 de julho de 2012, a partir do esboço de duas páginas sobre o goleiro que nunca toma gol. Dos cinco anos de trabalho, 2015, 2016 e 2017 são os principais, quando a produção é realmente efetiva, as cenas de futebol são consolidadas, o enredo fantástico é assumido e o romance toma a forma e o estilo definitivos.


Pelas dicas, palpites e orientações, agradeço a: Sarah Fernandes (2017/2016); Wesley Correia, Acácia Melo Magalhães, Mônica Menezes, Gabriela Leite, Eli Campos, Susan Kalik e Marcelo Oliveira (2017); Carlos Barbosa, Mary del Priore e Flávio Bustani (2016); Victor Mascarenhas, Fabrício Mota, Mayrant Gallo, Filipe Sousa, Daisy Andrade, Elieser Cesar, Márcio Cavalcante e Lorena Hertzriken (2015); Tom Correia, Sara Galvão e Gustavo Castelucci (2014); Darino Sena, Ivan Dias Marques, Tabajara Ruas, Aurélio Schommer e Carlos Henrique Schroeder (2013); Ana Gilli (2012).

O romance, que ainda não tem data de ser publicado, é dedicado à minha mãe Martha Anísia, à minha irmã Kátia Moema, à primeira leitora, a fotógrafa Sarah Fernandes, e à memória de Ildegardo Rosa (1931-2011), meu saudoso pai, poeta e filósofo.

Contratei a revisora Acácia Melo Magalhães para fazer a revisão do original de Miwa. Ela já tinha feito a revisão do meu livro de contos Olhos abertos no escuro. Indico o seu trabalho: revisaodetextosnota10@yahoo.com.br | (71) 99931-1598 e (71) 3486-7641.

A versão anterior do romance, Miwa – A nascente e a foz, de janeiro desse ano, foi finalista do Prêmio Sesc de Literatura 2017, ficando entre os 27 pré-selecionados, de um total de 980 inscritos. Veja aqui.

O projeto de adaptação de Miwa para série de TV foi um dos 50 selecionados do Usina do Drama 2017, programa de formação de roteiristas para séries televisivas da Estação do Drama – Facom/Ufba: estou cursando e em processo inicial dessa adaptação. Veja aqui o resultado da seleção pública.

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