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Mostrando postagens de 2018

Música para Escrever #15 — Tortoise, Locomotora, VAR, Shipwrecks e Those Who Dream By Day

O explosivo trinitrotolueno. Está tudo ao seu redor. Milhões que agora vivem, nunca morrerão. A tartaruga possui uma melodia de popularidade estabelecida, por anos e montanhas. Esse autocontrole é uma locomotiva no inverno. Naufrágios; fico feliz em ser... Confira o post #15 da série Música para Escrever, com os melhores sons de post-rock, a alumiar a mente e transcender em palavras.

Tortoise Estados Unidos | Desde 1990 Bandcamp aqui Facebook aqui Foto daqui
Melhor disco para escrever
"TNT" (1998) Ouça aqui
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"It's All Around You" (2004) Ouça aqui
"Millions Now Living Will Never Die" (1996) Ouça aqui
"Tortoise" (1994) Ouça aqui
"Standards" (2001) Ouça aqui
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Locomotora Finlândia | Desde 2006 Bandcamp aqui Facebook aqui Foto daqui
Melhor disco para escrever
"Vuodet, vuoret" (2018) Ouça aqui
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"This very holding back" (2013) Ouça aqui

Os melhores versos do poema Umbigo, de Nicolas Behr

Nicolas Behr - Foto: Diego Bresani
O poema Umbigo, uma odisseia de 84 páginas criada pelo poeta brasiliense Nicolas Behr (nascido em Cuiabá), uma figuraça do cerrado brasileiro, foi o livro mais divertido que li nos últimos tempos. Que disposição, que criatividade, que porrada! Foi livro de cabeceira por semanas, li aos poucos, devagar, para não acabar. Versos psicodélicos, sociais, filosóficos, sarristas, surreais, ecológicos e ácidos, hilários e porradas punks, valeu muito! Seguem abaixo os posts que divulguei os 394 versos mais interessantes que li. Divirta-se!

Parte 01  [49 versos] “minha poesia quando quer ver fecha os olhos” Leia aqui
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Parte 02  [47 versos] “minha poesia coloca o abismo embaixo do braço e vai passear com ele pelos desfiladeiros” Leia aqui
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Parte 03  [45 versos] “minha poesia limpa a orelha do livro e agora o livro escuta a minha poesia” Leia aqui
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Parte 04  [59 versos] “minha poesia faz silêncio na cama pra ouvir o barulhinho gostoso…

Seleta: Guilherme Arantes — Rock, blues & psy

Guilherme Arantes - Foto daqui

O cantor e compositor Guilherme Arantes é o primeiro artista que eu me lembro de ter escutado. Lá no começo dos anos 1980, a minha irmã Tita, que era fã dele, ouvia as suas músicas nos LPs que possuía, e eu me recordo de manusear os encartes, muito pequeno, e de pedir para colocar no som, porque eu queria escutar, principalmente a canção “Planeta Água”, que marcou a minha infância. Depois, acompanhei a sua fama televisiva, fiz peças e trabalhos de escola com as suas músicas, e quando chegou o reggae e o rock na minha vida, abandonei o pianista hitmaker.

No final de 2010, fui o produtor executivo da gravação de um disco de Mou Brasil no estúdio Coaxo do Sapo, de Guilherme Arantes. Então, tive a breve oportunidade de conhecê-lo e fiquei com vontade de voltar a ouvir as suas músicas. No ano seguinte, eles lançaram a coletânea “A Cara e o Coração”, com bandas de rock reinterpretando as canções mais antigas. Foi aí que eu fui conhecer essa fase setentista do

10 anos da Flica na pauta de projetos

Hoje, 25 de março, dez anos atrás, a Flica, Festa Literária Internacional de Cachoeira, entrou na pauta de projetos. Nessa época, havia ganho o edital do Oi Futuro, pela primeira vez, com um projeto de prêmio musical voltado ao rock baiano (veja aqui). Por conta da produção desse projeto, em março, firmei parceria com o produtor cultural Alan Lobo, colega de formatura na Facom/Ufba (eu, diplomado em Jornalismo). Trabalharíamos juntos em 2008 num embrião de empresa, chamada Flor da Cruz, e, se desse certo, no final desse ano, abriríamos de fato a produtora.

Então, na terça-feira, 25/03/2008, à noite, fizemos uma reunião no meu apê e listamos projetos a serem trabalhados. Anotei assim na minha agenda:


Vinha numa ebulição criativa e sugeri as ideias de quase todos os projetos acima. Perguntei para Alan, então: "E você, não tem uma sugestão não?". Ele tinha. Uma ideia apenas (que o tempo provaria que foi a melhor de todas): fazer uma festa literária, aos moldes da Flip, em Cach…

Música para Escrever #14 — 65daysofstatic, meniscus, τεφλόν, Howling Embers e satélite

A luz selvagem evidencia o céu de ninguém. Há música para um universo infinito, para a corrida silenciosa. Uma vez, por todos os tempos, a destruição das pequenas ideias em refrações da guerra de agora. Os pedaços das ruínas vibram como música para ecoar passagens, as brasas uivantes dos cães do submundo. Confira o post #14 da série Música para Escrever, com os melhores sons de post-rock, a alumiar a mente e transcender em palavras.

65daysofstatic Inglaterra | Desde 2001 Facebook aqui Foto daqui
Melhor disco para escrever
"Wild Light" (2013) Ouça aqui
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"No Man's Sky: Music for an Infinite Universe" (2016) Ouça aqui
"Silent Running" (2011) Ouça aqui
"One Time For All Time" (2005) Ouça aqui
"The Destruction of Small Ideas" (2007) Ouça aqui
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meniscus Austrália | Desde 2005 Bandcamp aqui Facebook aqui Foto daqui
Melhor disco para escrever
"Refractions" (2016) Ouça aqui
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