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Canal da Orange Poem no YouTube chega a 100 mil views só no boca a boca

100 mil visualizações só no boca a boca!!! Wow!!! \o/

O canal da The Orange Poem no YouTube (acesse aqui) atingiu hoje, 21 de maio de 2018, 100k de views, sem nenhum impulsionamento, divulgação, shows, etc. Feliz!!! A nossa banda durou de 2001 a 2007. Gravamos dois discos e fizemos alguns shows. Em 2014, retomei o projeto e produzi a regravação das vozes com artistas que admirava no estúdio Casa das Máquinas, lançando seis EPs (e um disco duplo compilando-os, num total de 18 músicas), tudo no YouTube e Soundcloud. Glauber Guimarães criou as artes (além de ter gravado a voz do primeiro EP). Investi 20 mil do bolso nas regravações, só por satisfação. E o retorno é esse. 100 mil circulando por aí (o maior feito foi o EP "Ancient", gravado com o mestre Mateus Aleluia). E, enquanto o Google existir, vai continuar giramundando, mesmo após a morte de todos nós. Hoje é um dia feliz!
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Música para Escrever #16 — Stars of the Lid, Esmerine, The Sun Burns Bright, All You've Seen e Pandelic

E o refinamento do declínio deles? Os sons cansados da atração gravitacional contra o desejo de uma vida aquática. A orquestra lastreada com láudano, a mergulhar nas vozes perdidas. Se apenas uma doce rendição às noites por vir fosse verdadeira, a aurora, as mecânicas do domínio... Através do crepúsculo, veio a luz, a translucidez dos elementos, parte II. A escapada. Confira o post #16 da série Música para Escrever, com os melhores sons de post-rock, a alumiar a mente e transcender em palavras.

Stars of the Lid Estados Unidos | Desde 1992 Bandcamp aqui Facebook aqui Foto daqui
Melhor disco para escrever
"And Their Refinement of the Decline" (2007) Ouça aqui
Para continuar escrevendo
"The Tired Sounds of" (2001) Ouça aqui
"Gravitational Pull vs The Desire for an Aquatic Life" (1996) Ouça aqui
"The Ballasted Orchestra" (1997) Ouça aqui
"Avec Laudenum" (1999) Ouça aqui
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Esmerine Canadá | Desde 2001 Bandcamp aqui Facebook aqui Foto…

Seleta: Bjørn Riis

Bjørn Riis - Foto daqui
Conheci o guitarrista, compositor e cantor norueguês Bjørn Riis numa coletânea do canal Wherepostrockdwells (ouça aqui), a pesquisar bandas para a série Música para Escrever. Dentre as dez atrações selecionadas no vídeo, o trabalho de Bjørn Riis se destacou muito para mim. A guitarra é o instrumento que me faz decolar, transcender. E o maior de todos, o único que me fez chorar, é o mestre David Gilmour, inigualável. Pois Bjørn Riis tem o mérito de soar bem próximo à timbragem e acentuação do deus da guitarra, a me conduzir ao infinito também, pelo caminho das gaivotas e sereias, muito melhor que todos os guitarristas que acompanharam as turnês de Roger Waters (e também das milhões de bandas cover de Pink Floyd). Para um fã de Gilmour e floydiano como sou, descobrir este norueguês (e as suas belas composições) foi um presente!

Bjørn Riis é um dos fundadores, guitarrista solo, produtor e principal compositor da banda norueguesa Airbag. Em carreira solo, lançou os …

Lima Barreto, preciso

Lima Barreto
“A Literatura ou me mata ou me dá o que eu peço dela.”

“Mulher bonita é que não falta nesta vida; o que falta é a mulher de que a gente goste.”

“(...) É ela que faz todas as consolações das nossas desgraças; é dela que nós esperamos a nossa redenção; é ela a quem todos os infelizes pedem socorro e esquecimento. Gosto da Morte porque ela é o aniquilamento de todos nós; gosto da Morte porque ela nos sagra. Em vida, todos nós só somos conhecidos pela calúnia e maledicência, mas, depois que Ela nos leva, nós somos conhecidos (...) pelas nossas boas qualidades.”

“Os brasileiros estão sempre dispostos a ver no estrangeiro bem-vestido um fidalgo; e nos pobres, um animal desprezível.”

“Não gosto, nem trato de política. (...) Eu a encaro, como todo o povo a vê, isto é, um ajuntamento de piratas mais ou menos diplomados que exploram a desgraça e a miséria dos humildes. (...) A República no Brasil é o regime da corrupção. (...) Vem disto a nossa esterilidade mental, a nossa falta de…

Emmanuel Mirdad concluiu O limbo dos clichês imperdoáveis, reunindo todos os seus contos, de 2000 a 2018

Original do livro
Hoje, 28 de abril de 2018, após 983 horas e 25 minutos, transcorridos em 350 dias, entre 2000 e 2018, concluí a produção do original de “O limbo dos clichês imperdoáveis”, contendo os 60 contos que produzi em 18 anos, no total de 92.389 palavras. Os meus livros “Abrupta sede” (2010), “O grito do mar na noite” (2015) e “Olhos abertos no escuro” (2016), todos publicados pela editora baiana Via Litterarum, foram superados — os contos foram reescritos, revistos, revisados e finalizados — por este livro, obra completa.

Comecei a produção do livro numa sexta-feira, 28 de abril de 2000, a partir da criação do primeiro conto que escrevi, “Pássaros de Libra” — a versão original do conto “Despedaço”.

O limbo dos clichês imperdoáveis — Todos os contos de Emmanuel Mirdad” foi feito ao som das bandas Hammock, Sigur Rós, Radiohead, Pink Floyd, Placebo, Bob Marley & The Wailers, Culture e Israel Vibration, dos músicos David Gilmour e Mark Knopfler, e de muitas bandas do gênero…

Música para Escrever #15 — Tortoise, Locomotora, VAR, Shipwrecks e Those Who Dream By Day

O explosivo trinitrotolueno. Está tudo ao seu redor. Milhões que agora vivem, nunca morrerão. A tartaruga possui uma melodia de popularidade estabelecida, por anos e montanhas. Esse autocontrole é uma locomotiva no inverno. Naufrágios; fico feliz em ser... Confira o post #15 da série Música para Escrever, com os melhores sons de post-rock, a alumiar a mente e transcender em palavras.

Tortoise Estados Unidos | Desde 1990 Bandcamp aqui Facebook aqui Foto daqui
Melhor disco para escrever
"TNT" (1998) Ouça aqui
Para continuar escrevendo
"It's All Around You" (2004) Ouça aqui
"Millions Now Living Will Never Die" (1996) Ouça aqui
"Tortoise" (1994) Ouça aqui
"Standards" (2001) Ouça aqui
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Locomotora Finlândia | Desde 2006 Bandcamp aqui Facebook aqui Foto daqui
Melhor disco para escrever
"Vuodet, vuoret" (2018) Ouça aqui
Para continuar escrevendo
"This very holding back" (2013) Ouça aqui

Os melhores versos do poema Umbigo, de Nicolas Behr

Nicolas Behr - Foto: Diego Bresani
O poema Umbigo, uma odisseia de 84 páginas criada pelo poeta brasiliense Nicolas Behr (nascido em Cuiabá), uma figuraça do cerrado brasileiro, foi o livro mais divertido que li nos últimos tempos. Que disposição, que criatividade, que porrada! Foi livro de cabeceira por semanas, li aos poucos, devagar, para não acabar. Versos psicodélicos, sociais, filosóficos, sarristas, surreais, ecológicos e ácidos, hilários e porradas punks, valeu muito! Seguem abaixo os posts que divulguei os 394 versos mais interessantes que li. Divirta-se!

Parte 01  [49 versos] “minha poesia quando quer ver fecha os olhos” Leia aqui
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Parte 02  [47 versos] “minha poesia coloca o abismo embaixo do braço e vai passear com ele pelos desfiladeiros” Leia aqui
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Parte 03  [45 versos] “minha poesia limpa a orelha do livro e agora o livro escuta a minha poesia” Leia aqui
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Parte 04  [59 versos] “minha poesia faz silêncio na cama pra ouvir o barulhinho gostoso…